O Professor #3- Tatiana Amaral
O Terceiro Livro da série O Professor, está para ser lançado em Agosto!
enquanto isso a Escritora Tatiana Amaral tem publicado Docinhos (Trechos do livro em sua página no facebook,usando com tag #HojeTemDocinho ..
Se você está Ansiosa como eu esperando a publicação do livro... vamos nos contentar com "Os docinhos" rsrs
PrimeiroDocinho:
"Preferi passar em minha casa depois. Eu queria um pouco mais de tempo para pensar em tudo o que apenas quinze dias tinham feito em minha vida. E então fiquei apática. Não tive como resistir. Não me arrependia do casamento. Não. De forma alguma. Mas e agora?
Era normal para uma garota que passou a vida sendo vigiada pelo pai, que nunca sentiu interesse em transgredir as regras, nunca quis namorar, nunca chegou nem mesmo a cometer um pequeno delito. Nada. Era normal surtar depois de sofrer uma desilusão amorosa que simplesmente nunca aconteceu, quase morrer por causa de um temporal, ser resgatada pelo príncipe encantado, perder a virgindade, ser pedida em casamento e casar pouco tempo depois e tudo isso sem que meu pai ameaçasse me matar ou matar o meu... marido?
Putz!
Eu estava certa de que Alex era o homem da minha vida. Eu o amava. Amava até demais. No entanto casar exigia de mim coisas que iam muito além do sexo, que por sinal era perfeito. O que Alex comia? Como ele gostava da sua cama arrumada? Onde inferno ficavam os copos na casa dele? Eu não sabia nada.
Não conhecia os seus horários, não tinha ideia se ele almoçava em casa, se gostava de ficar trancado no escritório sozinho por horas a fio sem que nenhum barulho o incomodasse. Não sabia como ele reagiria à minha vontade de ficar sozinha por horas a fio sem ser incomodada. Definitivamente a ideia de estar casada me assustava muito mais do que o próprio casamento.
Por isso corri para o banheiro e fiquei lá, apesar de seus protestos apaixonados. Alex era mesmo perfeito! Ainda assim eu precisava me trancar em algum lugar e ficar sozinha. Não dava mais para voltar atrás. Aliás, eu não queria voltar atrás, queria apenas que pulássemos dois anos e estivéssemos super adaptados um ao outro.
Andei pelo banheiro, que, de repente, parecia minúsculo, perdida em pensamentos. Primeiro de tudo: Alex já tinha uma casa pronta e não uma casa planejada e construída por nós para acolher um casal e, por mais espaçosa que fosse, era realmente uma casa de homem solteiro.
Mas eu viveria ali a partir daquele momento. O que eu deveria fazer? Poderia mudar o que não fosse do meu agrado? Poderia levar as coisas que eu amava em minha casa, como o meu som portátil rosa que pareceria um alienígena ali naquele ambiente perfeitamente estruturado e planejado?
Segundo ponto: Sexo. Ok que eu adorava sexo e Alex adorava me ensinar sobre sexo. Mordi os lábios pensando nisso e meu corpo acendeu. Vamos lá, Charlotte! Concentre-se. Tudo bem, sexo era muito bom, mas agora que estávamos casados e, teoricamente, passaríamos o resto da nossa vida juntos, haveria aquele momento em que o interesse acabaria? Será que Alex e eu, mesmo sentindo o tesão que sentíamos um pelo outro, transaríamos tanto que perderia a graça? E quando ele não tivesse mais nada para me ensinar, o que faríamos? Minha dúvida era: eu poderia deixar meu desejo falar tão alto quanto falou no percurso do nosso casamento até a casa?
Terceiro ponto: Ser casada exigia também uma vida social juntos. Quem eram os amigos de Alex e o que eles pensariam de mim? Merda, eu sou muito mais nova, recém-formada e com zero de experiência de vida. Tá legal, digamos que 2% de experiência, ainda assim era pouco. Muito pouco para interagir com as pessoas interessantes e inteligentes que com certeza faziam parte do seu círculo social."
Era normal para uma garota que passou a vida sendo vigiada pelo pai, que nunca sentiu interesse em transgredir as regras, nunca quis namorar, nunca chegou nem mesmo a cometer um pequeno delito. Nada. Era normal surtar depois de sofrer uma desilusão amorosa que simplesmente nunca aconteceu, quase morrer por causa de um temporal, ser resgatada pelo príncipe encantado, perder a virgindade, ser pedida em casamento e casar pouco tempo depois e tudo isso sem que meu pai ameaçasse me matar ou matar o meu... marido?
Putz!
Eu estava certa de que Alex era o homem da minha vida. Eu o amava. Amava até demais. No entanto casar exigia de mim coisas que iam muito além do sexo, que por sinal era perfeito. O que Alex comia? Como ele gostava da sua cama arrumada? Onde inferno ficavam os copos na casa dele? Eu não sabia nada.
Não conhecia os seus horários, não tinha ideia se ele almoçava em casa, se gostava de ficar trancado no escritório sozinho por horas a fio sem que nenhum barulho o incomodasse. Não sabia como ele reagiria à minha vontade de ficar sozinha por horas a fio sem ser incomodada. Definitivamente a ideia de estar casada me assustava muito mais do que o próprio casamento.
Por isso corri para o banheiro e fiquei lá, apesar de seus protestos apaixonados. Alex era mesmo perfeito! Ainda assim eu precisava me trancar em algum lugar e ficar sozinha. Não dava mais para voltar atrás. Aliás, eu não queria voltar atrás, queria apenas que pulássemos dois anos e estivéssemos super adaptados um ao outro.
Andei pelo banheiro, que, de repente, parecia minúsculo, perdida em pensamentos. Primeiro de tudo: Alex já tinha uma casa pronta e não uma casa planejada e construída por nós para acolher um casal e, por mais espaçosa que fosse, era realmente uma casa de homem solteiro.
Mas eu viveria ali a partir daquele momento. O que eu deveria fazer? Poderia mudar o que não fosse do meu agrado? Poderia levar as coisas que eu amava em minha casa, como o meu som portátil rosa que pareceria um alienígena ali naquele ambiente perfeitamente estruturado e planejado?
Segundo ponto: Sexo. Ok que eu adorava sexo e Alex adorava me ensinar sobre sexo. Mordi os lábios pensando nisso e meu corpo acendeu. Vamos lá, Charlotte! Concentre-se. Tudo bem, sexo era muito bom, mas agora que estávamos casados e, teoricamente, passaríamos o resto da nossa vida juntos, haveria aquele momento em que o interesse acabaria? Será que Alex e eu, mesmo sentindo o tesão que sentíamos um pelo outro, transaríamos tanto que perderia a graça? E quando ele não tivesse mais nada para me ensinar, o que faríamos? Minha dúvida era: eu poderia deixar meu desejo falar tão alto quanto falou no percurso do nosso casamento até a casa?
Terceiro ponto: Ser casada exigia também uma vida social juntos. Quem eram os amigos de Alex e o que eles pensariam de mim? Merda, eu sou muito mais nova, recém-formada e com zero de experiência de vida. Tá legal, digamos que 2% de experiência, ainda assim era pouco. Muito pouco para interagir com as pessoas interessantes e inteligentes que com certeza faziam parte do seu círculo social."
SegundoDocinho:
"Parei o carro em frente à minha casa sem saber como dizer a Charlotte que Anita poderia tornar tudo muito mais difícil. Com as mãos ainda firmes no volante eu buscava uma maneira de suavizar a situação e nada vinha em minha mente que pudesse me ajudar. Quando o telefone tocou eu quase pulei de susto. Mais uma hora vivendo aquela tensão e eu não suportaria.
- Diga, João Pedro.
- Atrapalho a lua de mel dos pombinhos? – Ele riu como se aquela fosse realmente a sua intenção.
- Sim, Charlotte está me fazendo um boquete, então pode falar que eu vou ouvindo enquanto não gozo.
- Vá se foder, seu escroto, filho de uma puta! – E começou a rir.
- Se eu estivesse fazendo alguma coisa de mais interessante nem atenderia esta ligação. Diga logo o que você quer.
- Saber das coisas, se você já pegou uma fraqueza, se Charlotte já detonou a casa, se você já broxou...
- Vá à merda! – Meu cunhado riu alto fazendo-me rir também.
- Agora sério, eu só queria saber como foi lá com o professor Carvalho.
- Ah, cara! Foi bem complicado. Anita estava lá, acredita?
- Bom, tenho que dizer que já esperava por isso. Aquela mulher precisa de uma boa foda.
- Desde que não seja comigo.
- Bem que poderia ser. Evitaria muitos problemas – riu deixando-me irritado.
- Nem que ela fosse a última mulher do universo.
- Não acredito que você iria preferir ficar de punheta a comer a Anita.
- Eu disse que ela seria a última mulher e não que a sua bunda deixaria de existir.
- Vá se foder, sua bicha enrustida – gargalhei relaxando um pouco."
- Diga, João Pedro.
- Atrapalho a lua de mel dos pombinhos? – Ele riu como se aquela fosse realmente a sua intenção.
- Sim, Charlotte está me fazendo um boquete, então pode falar que eu vou ouvindo enquanto não gozo.
- Vá se foder, seu escroto, filho de uma puta! – E começou a rir.
- Se eu estivesse fazendo alguma coisa de mais interessante nem atenderia esta ligação. Diga logo o que você quer.
- Saber das coisas, se você já pegou uma fraqueza, se Charlotte já detonou a casa, se você já broxou...
- Vá à merda! – Meu cunhado riu alto fazendo-me rir também.
- Agora sério, eu só queria saber como foi lá com o professor Carvalho.
- Ah, cara! Foi bem complicado. Anita estava lá, acredita?
- Bom, tenho que dizer que já esperava por isso. Aquela mulher precisa de uma boa foda.
- Desde que não seja comigo.
- Bem que poderia ser. Evitaria muitos problemas – riu deixando-me irritado.
- Nem que ela fosse a última mulher do universo.
- Não acredito que você iria preferir ficar de punheta a comer a Anita.
- Eu disse que ela seria a última mulher e não que a sua bunda deixaria de existir.
- Vá se foder, sua bicha enrustida – gargalhei relaxando um pouco."
TerceiroDocinho:
"Ao som de Amy Winehouse, nós dançávamos Know him is to love him. A melodia doce e a batida sensual, a letra cativante que ela de tempos em tempos sussurrava olhando em meus olhos. Uma promessa de amor que me abalava e emocionava na mesma proporção.
Charlotte dançava em meus braços, movimentando o corpo maravilhoso de maneira sensual e deixando-me ainda mais excitado. Era uma música lenta, mas só em poder abraçá-la em público, segurá-la na segurança do meu corpo, deixar claro que aquela menina espetacular era a minha esposa, eu já havia ganhado a noite.
Eu sentia raiva dos idiotas que a olhavam sem nenhum pudor, ou medo por estar tentando flertar com a esposa de um professor. Ao mesmo tempo, sentia prazer em poder me exibir com aquela linda e deliciosa mulher, mostrando a todos que ela me pertencia. E o pior, ou melhor, ela adorava me pertencer.
E eu que pensei que aquela sensação gostosa de conquistar a melhor da noite, deixando meus amigos com inveja, nunca mais voltaria. Não porque Charlotte não fosse linda, nem gostosa, nem nada disso, era apenas porque ela não fazia este perfil, e, por mais incrível que pareça, minha esposa se tornou a mulher mais sensual e interessante que eu já havia conhecido.
A melodia lenta perdeu força e outra mais agitada ocupou o seu lugar. Charlotte sorriu com malícia, se afastando um pouco para dançar mais livre da minha proteção, porém não distante o suficiente para que minhas mãos não alcançassem o seu corpo.
- Pare de chupar este pirulito, Charlotte! – Alertei quando ela encostou as costas em mim rebolando provocante enquanto segurava o maldito pirulito em sua boca.
- Ele é gostoso! – Riu brincalhona. Tive vontade de tomar o doce de sua mão e lhe mostrar o que acontecia quando ela decidia me torturar com uma coisa tão sugestiva.
- Pare! – Minha esposa tirou a guloseima da boca e se virou para me olhar. Havia um sorriso perturbador em seus lábios e ela dançava sem deixar de me encarar. – O que foi?
- Gosto de você assim. Lembra daquela noite em que me salvou na boate? – Claro que eu lembrava. Aquela noite foi decisiva para nós dois. Foi o começo de tudo. – Nós dançamos – ela se aproximou ainda mais alcançando meus lábios.
- E tomamos uma decisão.
- A melhor de todas – porra! Charlotte me enlouquecia com poucas palavras. Eu amava saber que ela gostava da nossa história. Era gratificante.
- Eu amo você, professor Frankli – sussurrou em meus lábios e mesmo com o barulho do som estridente, consegui entender o que ela dizia. Eu ia responder, quando os gritos no salão despertaram a minha atenção."
Charlotte dançava em meus braços, movimentando o corpo maravilhoso de maneira sensual e deixando-me ainda mais excitado. Era uma música lenta, mas só em poder abraçá-la em público, segurá-la na segurança do meu corpo, deixar claro que aquela menina espetacular era a minha esposa, eu já havia ganhado a noite.
Eu sentia raiva dos idiotas que a olhavam sem nenhum pudor, ou medo por estar tentando flertar com a esposa de um professor. Ao mesmo tempo, sentia prazer em poder me exibir com aquela linda e deliciosa mulher, mostrando a todos que ela me pertencia. E o pior, ou melhor, ela adorava me pertencer.
E eu que pensei que aquela sensação gostosa de conquistar a melhor da noite, deixando meus amigos com inveja, nunca mais voltaria. Não porque Charlotte não fosse linda, nem gostosa, nem nada disso, era apenas porque ela não fazia este perfil, e, por mais incrível que pareça, minha esposa se tornou a mulher mais sensual e interessante que eu já havia conhecido.
A melodia lenta perdeu força e outra mais agitada ocupou o seu lugar. Charlotte sorriu com malícia, se afastando um pouco para dançar mais livre da minha proteção, porém não distante o suficiente para que minhas mãos não alcançassem o seu corpo.
- Pare de chupar este pirulito, Charlotte! – Alertei quando ela encostou as costas em mim rebolando provocante enquanto segurava o maldito pirulito em sua boca.
- Ele é gostoso! – Riu brincalhona. Tive vontade de tomar o doce de sua mão e lhe mostrar o que acontecia quando ela decidia me torturar com uma coisa tão sugestiva.
- Pare! – Minha esposa tirou a guloseima da boca e se virou para me olhar. Havia um sorriso perturbador em seus lábios e ela dançava sem deixar de me encarar. – O que foi?
- Gosto de você assim. Lembra daquela noite em que me salvou na boate? – Claro que eu lembrava. Aquela noite foi decisiva para nós dois. Foi o começo de tudo. – Nós dançamos – ela se aproximou ainda mais alcançando meus lábios.
- E tomamos uma decisão.
- A melhor de todas – porra! Charlotte me enlouquecia com poucas palavras. Eu amava saber que ela gostava da nossa história. Era gratificante.
- Eu amo você, professor Frankli – sussurrou em meus lábios e mesmo com o barulho do som estridente, consegui entender o que ela dizia. Eu ia responder, quando os gritos no salão despertaram a minha atenção."




Quando sera que vai sair o 4 livro?
ResponderExcluirQuando sera que vai sair o 4 livro?
ResponderExcluirOlá! Bom,o livro foi terminado recentemente pela Tatiana Amaral,ela ainda está na escolha da capa, aliás se quiser votar na 4° capa do livro,só entrar na página dela é comentar até dia 18/01. Então...não tem data ainda para o lançamento, Vamos ter que aguardar mais um pouco.rs
ResponderExcluiroi boa tarde vc poderia postar o livro traição de tatiana amaral. obg
ResponderExcluirOlá,o livro já está disponível..
ExcluirMUITO OBRIGADO
ResponderExcluirDe nada flor!
ExcluirO 3 voce ja tem ?
ResponderExcluirIzabela querida,esse é o 3° livro.
Excluirsó clicar em "Ler online ou baixar"
estou louca pelo livro 4 tem alguma ideia de quando vai posta aqui?
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